Em uma conversa telefônica pouco depois das 4h30 deste sábado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atendeu a uma ligação de jornalistas e, com voz cansada, celebrou a captura do líder venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, descrevendo a ação como "uma operação brilhante, na verdade", com "muito planejamento e grandes tropas".
Horas antes, Trump havia anunciado na Truth Social que forças americanas realizaram uma "operação de grande escala contra a Venezuela", em parceria com agências de aplicação da lei dos EUA, resultando na detenção de Maduro e sua esposa, que foram removidos do país. Essa ação marca o ponto alto de uma campanha de meses para remover o governante autoritário.
O presidente da Argentina, Javier Milei, reagiu rapidamente nas redes sociais à captura de Maduro, declarando: **"A liberdade avança"**, em uma comemoração efusiva do desfecho da operação.
Autoridades venezuelanas informaram sobre um número indeterminado de mortos e feridos no ataque, com contagem de vítimas ainda em curso. Vídeos verificados pela Reuters e pelo The New York Times registram fumaça e explosões próximas ao aeroporto La Carlota, em Caracas.
A primeira-ministra de Trinidad e Tobago, Kamla Persad-Bissessar, negou envolvimento de seu país nas ações militares dos EUA, reforçando as relações pacíficas com a Venezuela, apesar de seu apoio prévio a operações americanas contra suspeitos de tráfico de drogas.
Na Colômbia, o presidente Gustavo Petro ordenou o deslocamento de forças para a fronteira, com preparativos para possível chegada em massa de refugiados.
Pela televisão estatal, a vice-presidente Delcy Rodríguez afirmou desconhecer o paradeiro de Nicolás Maduro e sua esposa, cobrando de Trump provas de que estão vivos.
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