Após as derrotas para o Remo na Copa do Brasil e a saída precoce da Libertadores, o Bahia encerrará a temporada 2026 com o menor calendário dos últimos 21 anos. O clube disputará apenas 53 jogos, 27 a menos que os 80 realizados em 2025.
A expectativa inicial era de até 77 confrontos, caso avançasse longe no estadual e nos mata-matas nacionais. No entanto, as eliminações reduziram drasticamente o número de partidas.A reformulação do calendário brasileiro em 2026 contribuiu para isso: times classificados para competições internacionais, como a Libertadores, o que ocorreu com o Bahia pela segunda vez seguida, ficam fora de alguns torneios regionais. Sem o Baianão completo, o Tricolor disputou as 11 rodadas previstas e conquistou o título estadual.
Na Libertadores, o time caiu na segunda fase, com apenas dois jogos, sem vaga na Sul-Americana. Na Copa do Brasil, também foram só dois confrontos. Sobram agora 24 partidas, todas pelo Brasileirão Série A, que tem 38 rodadas fixas.
No ano passado, o Bahia foi o clube que mais atuou no Brasil. Em outubro de 2025, após um jogo contra o São Paulo, o técnico Rogério Ceni criticou o excesso de compromissos e a falta de descanso, mencionando um pedido negado pela CBF para alterar datas.
Com o calendário mais leve, o time ganha tempo de recuperação. Depois da eliminação para o Remo, Ceni observou que a equipe rendeu melhor com jogos seguidos do que com uma semana cheia de treinamentos. Por outro lado, ele reconhece que a falta de rodízio dificulta o ritmo dos jogadores reservas.
O Esquadrão vive um ano atípico: campeão baiano, mas com agenda reduzida nas competições eliminatórias. A temporada mais curta pode trazer benefícios físicos, mas também impõe novos desafios ao planejamento técnico do clube.
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