O empresário Elon Musk, fundador da Tesla e da SpaceX, declarou nesta segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, que pretende ingressar com ação judicial para obter a guarda exclusiva de seu filho de um ano, nascido com a influenciadora Ashley St. Clair.
A revelação veio por meio de uma publicação no X (antigo Twitter), onde o bilionário expressou inquietação com recentes declarações da mãe da criança.
Em resposta a um comentário de usuário que criticava o pedido de desculpas de St. Clair à comunidade trans, Musk escreveu: "Entrarei com pedido de guarda total hoje, considerando as declarações dela insinuando que poderia submeter um menino de um ano a transição de gênero".
A frase se refere a uma suposta interpretação das palavras da influenciadora, que recentemente manifestou arrependimento por postagens antigas vistas como transfóbicas e indicou maior apoio aos direitos trans.
A polêmica ganhou força após Ashley St. Clair, de 27 anos, publicar um pedido formal de perdão por comentários passados sobre pessoas trans.
Essa virada no discurso dela, segundo fontes, teria motivado a reação de Musk, que já demonstrou publicamente oposição a certas questões relacionadas à identidade de gênero, inclusive em relação à própria filha trans, Vivian Jenna Wilson, que se distanciou do pai anos atrás.
O relacionamento entre os dois foi marcado por tensões desde o início. Em 2025, St. Clair afirmou ser mãe de um filho de Musk, enquanto o empresário questionou a paternidade publicamente, embora tenha admitido fornecer suporte financeiro.
Agora, com o anúncio da ação de custódia, Musk parece confirmar oficialmente a filiação, o que gerou debates intensos nas redes sociais e na imprensa.
Veículos como Forbes, People, New York Post e TMZ cobriram o caso rapidamente, destacando o histórico familiar de Musk, pai de pelo menos 12 crianças conhecidas, com disputas anteriores envolvendo ex-companheiras como Grimes e Justine Wilson.
Críticos apontam que a motivação pode ir além das preocupações declaradas, enquanto apoiadores veem a medida como proteção à criança.
A postagem original de Musk viralizou em poucas horas, com traduções e repercussões no Brasil, incluindo perfis que amplificaram a notícia para o público local.
Até o momento, não há confirmação oficial de que o processo já foi protocolado nos tribunais, mas o episódio continua gerando divisões de opinião sobre parentalidade, direitos trans e o uso das redes sociais em disputas pessoais.
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