Roma defende visão mais moderna sobre a gestão do Estado: "precisamos enxergar com olhos do século 21"

O ex-ministro da Cidadania ainda recordou que o presidente Bolsonaro anunciou aos estados que, se baixassem os impostos, ele compensaria
Por: Brado Jornal 19.set.2022 às 10h19
Roma defende visão mais moderna sobre a gestão do Estado:
Foto: Divulgação/Ascom

O candidato a governador da Bahia, ex-ministro da Cidadania e deputado federal, João Roma (PL), defendeu a necessidade de um olhar moderno sobre a estrutura do Estado da Bahia. "Precisamos enxergar o Estado com os olhos do século 21, não olhando o passado", disse Roma, na manhã desta segunda-feira (19), durante entrevista à Rádio A Tarde FM, de Salvador, quando questionado sobre a política de impostos que realizará se eleito governador.


Roma rememorou que o governo do presidente Jair Bolsonaro se empenhou em realizar uma reforma tributária. "Eu participei de todas as comissões da reforma tributária do Congresso Nacional, fui o relator da PEC 45 que simplificava [o modelo de tributação]. Não conseguimos aprovar a reforma tributária, mas o que se vê hoje na prática? Um presidente que baixou o imposto de produtos industrializados em mais de 4 mil itens, que zerou o imposto do gás, zerou o imposto do óleo diesel, baixou o ICMS através de uma proposta de emenda constitucional", apontou Roma.


O ex-ministro da Cidadania ainda recordou que o presidente Bolsonaro anunciou aos estados que, se baixassem os impostos, ele compensaria. "Você vê uma economia avançando, o presidente que criou o PIX, conseguiu trazer para a formalidade uma gama de brasileiros que simplesmente via aspereza em toda a estrutura brasileira", comentou o candidato a governador. 


Segundo ele, a gestão da máquina pública se dá por questões muito práticas e com impacto direto na vida de quem produz e na vida do cidadão. "Precisa ter uma nova concepção e saber que não é enchendo os cofrinhos do Estado e distribuindo migalhas em eleição que vai transformar a sociedade", destacou o ex-ministro da Cidadania. 


Roma reiterou que, no primeiro dia de governo, vai zerar o imposto do gás de cozinha. "Isso tem um impacto muito pequeno na arrecadação do governo, mas gera não só um impacto positivo no quesito ambiental como especialmente no quesito social. Quando dona Maria for lá comprar o seu botijão, vai estar mais barato e, além disso, você vai fazer fluir a nossa economia", disse o candidato apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro na Bahia. 


O ex-ministro da Cidadania voltou a defender a manutenção da lei que estabeleceu novo piso aos enfermeiros. "Bolsonaro fez a parte dele e defendeu profissionais que têm sim que ter reconhecimento, como fez com os professores [ao estabelecer novo piso em 2021]. Ele já mandou mais de R$ 4 bilhões para o Estado da Bahia, e Rui Costa não paga o precatório dos professores. Tem professora com mais de 80 anos esperando receber os precatórios e o estado não paga", denunciou Roma.



📲 Baixe agora o aplicativo oficial da BRADO
e receba os principais destaques do dia em primeira mão
O que estão dizendo

Deixe sua opinião!

Assine agora e comente nesta matéria com benefícos exclusivos.

Sem comentários

Seja o primeiro a comentar nesta matéria!

Carregar mais
Carregando...

Carregando...

Veja Também
Lula demonstra irritação com manobras que impediram nomeação de Messias ao STF
Presidente do PT critica articulação no Senado e atribui responsabilidade a diversos envolvidos, enquanto recebe sugestão para adiar nova indicação
ACM Neto viaja a Goiás para estudar modelos de sucesso e discutir alianças políticas
O pré-candidato ao governo da Bahia conhece iniciativas eficazes em segurança, educação e desenvolvimento, enquanto avança conversas sobre o cenário de 2026
Malafaia anuncia apoio a Flávio Bolsonaro
Pastor declara que momento é de unir forças com o senador e rejeita pressões de apoiadores radicais.
Corrida do Bahia reúne mais de 10 mil corredores
Quarta edição do evento do Esquadrão movimenta região da Fonte Nova com provas de 5 km e 10 km, shows e ativações, somando 30 mil participantes em quatro anos.
Lula é orientado a adiar escolha para o STF e critica aliados
Após rejeição de Jorge Messias no Senado, presidente cobra maior empenho da base e avalia adiar nova indicação ao Supremo em meio a irritação com articulações internas.
Partido Missão tem sua primeira lei sancionada pela Presidência da República
Lei nº 15.397/2026 endurece penas para crimes patrimoniais e tipifica novas condutas no Código Penal
Carregando..