A CPMI do 8 de janeiro aprovou quebras de sigilos de duas figuras próximas de Jair Bolsonaro, o ex-ajudante de ordens Mauro Cid (foto) e o ex-ministro Anderson Torres.
No tocante a Cid, a comissão aprovou a quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico.
Como noticiado na semana passada, o Coaf identificou movimentação de R$ 3,2 milhões em seis meses, considerada “atípica” e “incompatível” com as contas do ex-ajudante de ordens.
Quanto a Anderson Torres, o ex-ministro terá apenas seu sigilo telefônico e de mensagens quebrados. Ele deverá prestar depoimento à CPI na semana que vem.
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