Na decisão da Copa do Mundo de 2026, disputada neste domingo (19), a Espanha superou a Argentina por 1 a 0 na prorrogação e ergueu o troféu pela segunda vez na história. O triunfo, construído pela força coletiva da equipe europeia, destronou a seleção argentina de Lionel Messi, que contou com o brilho individual do craque para chegar à final, mas não conseguiu resistir ao domínio espanhol no MetLife Stadium, em East Rutherford (Nova Jersey).
Apesar de Messi ter sido bem marcado durante toda a partida, a Espanha controlou as ações com paciência, posse de bola e intensidade. A equipe de Luis de la Fuente não deu espaços ao adversário e ainda atuou com um jogador a mais após a expulsão de Enzo Fernández nos acréscimos do segundo tempo. A Argentina ficou mais de 100 minutos sem finalizar ao gol.
O gol decisivo saiu logo no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro cruzou após jogada de Lamine Yamal, Nico Williams escorou de cabeça e Ferran Torres, o herói da final, empurrou para as redes, superando o goleiro Emiliano Martínez.
Com a vitória, a Espanha, campeã em 2010, volta ao topo do futebol mundial. A seleção europeia manteve sua consistência defensiva — sofreu apenas um gol em toda a competição — e ampliou sua invencibilidade para 38 jogos. O time, que também faturou a Eurocopa de 2024, confirmou a aposta no técnico Luis de la Fuente, valorizando o trabalho de base e o estilo de toque de bola associado a uma defesa sólida.
A Argentina, atual campeã, lutou até o fim, mas não conseguiu repetir as viradas heroicas que marcaram sua campanha. Sem finalizações efetivas, a equipe de Lionel Scaloni viu o sonho do tri mundial escapar na prorrogação.
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