O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, declarou nesta sexta-feira (15) que “não temos nada a nos preocupar, a não ser com a perseguição”. As declarações foram feitas no aeroporto de Brasília, antes de embarcar para o Rio de Janeiro.
Segundo o parlamentar, o governo federal atua “a todo momento tentando criar narrativas mentirosas” e repassar informações falsas à imprensa para, em seguida, acionar a Polícia Federal.
A fala ocorre após o The Intercept Brasil divulgar áudios em que Flávio cobra recursos de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, para financiar o filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre Jair Bolsonaro.
Flávio reafirmou que o dinheiro foi “usado integralmente para produzir esse filme” e negou que parte dos valores tenha custeado a permanência de seu irmão Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. “Continuo confirmando aqui: não recebeu”, disse a jornalistas.
Ele citou a investigação da PF sobre possível uso de recursos de Vorcaro para manter Eduardo no exterior como exemplo de perseguição.
Na quarta-feira (13), Flávio já havia confirmado os pedidos de patrocínio privado ao banqueiro, defendendo a realização de um filme também privado. O senador negou qualquer contrapartida ou favorecimento. Em nota, afirmou: “Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo. Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem”.
O produtor executivo do longa, deputado Mário Frias (PL-SP), também negou que Vorcaro tenha repassado qualquer quantia para a produção.
Flávio defendeu ainda a criação de uma CPI para investigar as fraudes apontadas no Banco Master.
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