A empresária Roberta Luchsinger, próxima de Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), transferiu valores para Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, que ocupava o cargo de chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 21 de julho de 2026, ele deixou a função. A justificativa oficial foi sua integração à campanha de reeleição do presidente. Relatos de fontes, porém, indicam que a saída pode ter sido motivada pela descoberta dessas transferências.
Em nota, Marcola reconheceu ter recebido um empréstimo de natureza pessoal da empresária, já totalmente quitado, e negou qualquer irregularidade no exercício do cargo. O episódio se relaciona às apurações da Polícia Federal sobre suspeitas de tráfico de influência envolvendo o filho do presidente.
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