Segundo o Política Livre, o presidenciável Renan Santos (Missão) afirmou nesta quinta-feira, 3, que a China é um parceiro comercial mais vantajoso para o Brasil do que os Estados Unidos. Em coletiva à imprensa internacional, ele pediu a reconstrução da política global e criticou a tarifa cobrada pelo presidente norte-americano Donald Trump.
“Hoje em dia, a China, no curto prazo, é um parceiro melhor do que os Estados Unidos, é mais fácil lidar com o chinês do que com o norte-americano”, declarou. Em seguida, disse que, se eleito, terá de negociar com Washington. “É só essa conversa infantil com os Estados Unidos, que se diminuíram globalmente e que tratam parceiros históricos como o Brasil de uma maneira humilhante.”
Santos defendeu que o País adote uma política externa soberanista e apontou como eixos terras raras, data centers e o uso de energia renovável nesses centros. “Nós vamos rever todos os acordos baseados nas novas posições internacionais que o Brasil vai ter, que serão baseadas nas posições estratégicas em termos que vão de alimentação, energia para data centers e terras raras.”
O candidato também falou da decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral, que o impediu de fazer propaganda digital, de participar de debate e determinou a suspensão de perfis. A medida foi revertida, mas ele alega prejuízo no período em que as redes ficaram fora do ar. “Claramente eu fui vítima de uma vingança do Dias Toffoli, por conta das manifestações que nós convocamos contra ele.” Nesta quinta, apresentou ao Senado pedido de impeachment contra Toffoli e Alexandre de Moraes, ambos do Supremo Tribunal Federal.
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