Levantamentos internos do partido Missão indicam, nesta segunda-feira (28), que a votação projetada para Kim Kataguiri em São Paulo seria suficiente para garantir a própria cadeira na Câmara dos Deputados e puxar outros dois nomes da lista proporcional da legenda.
A campanha do deputado é tratada pela cúpula do partido como peça central para montar bancada federal no estado. Kim Kataguiri é o único deputado federal da sigla e disputa a reeleição depois de desistir, em junho, da pré-candidatura ao governo de São Paulo.
Na ocasião, o parlamentar anunciou que seguiria na Câmara e que, em caso de vitória de Renan Santos à Presidência, coordenaria o Ministério da Reforma do Estado, estrutura descrita pelo partido como pasta transversal para reorganização da máquina pública.
O Missão, registrado em 2025 e ligado à trajetória do Movimento Brasil Livre, estreia neste pleito sem coligações proporcionais. Em São Paulo, a chapa à Câmara reúne dezenas de candidatos. A votação de um nome com maior transferência de votos determina, pelo sistema proporcional, quantas cadeiras a lista obtém.
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