Violência explode em festas populares de Salvador

Medo esvazia eventos tradicionais enquanto facções avançam na Bahia sob governos do PT
Por: Brado Jornal 16.jan.2026 às 07h06
Violência explode em festas populares de Salvador
Reprodução / Redes Sociais
A violência desenfreada em festas populares de Salvador tem se tornado uma marca registrada dos quase 20 anos de gestão do PT no estado, culminando em tragédias que afastam a população e esvaziam celebrações centenárias. Sob o governador Jerônimo Rodrigues, o que deveria ser momento de alegria cultural vira palco de tiroteios, mortes e pânico, refletindo o fracasso em conter o avanço das facções criminosas que dominam territórios e impõem o terror diário aos baianos.

A Lavagem do Bonfim de 2026, por exemplo, foi marcada por assassinato a tiros no percurso da procissão, com bala perdida vitimando inocentes em meio à multidão de fiéis. Esse não é caso isolado: no Carnaval de 2024, foram registradas 1.042 ocorrências de violações de direitos humanos, incluindo agressões e abusos, conforme dados oficiais. A sensação de insegurança leva ao esvaziamento: uma em cada quatro pessoas desistiu de frequentar eventos como o Carnaval por medo da violência, segundo pesquisas recentes, transformando festas em risco iminente e prejuízo econômico para o estado.

O avanço das facções criminosas na Bahia é alarmante e diretamente ligado à ineficácia das gestões petistas desde 2007, com Jaques Wagner, Rui Costa e agora Jerônimo Rodrigues. O estado concentra 21 grupos criminosos, o maior número no Brasil, incluindo expansões do Comando Vermelho (CV), Primeiro Comando da Capital (PCC), Bonde do Maluco e Comando da Paz. Essas organizações disputam territórios no Recôncavo, interior e capital, resultando em guerras que elevaram a Bahia ao topo do ranking nacional de homicídios absolutos desde 2020, com 6 mil mortes violentas em 2023. Salvador ostenta uma taxa de 66 homicídios por 100 mil habitantes em 2023, uma das mais altas do país, enquanto a polícia baiana é a mais letal, com 1.556 mortes por intervenção policial em 2024, quase o dobro de São Paulo e Rio de Janeiro.

Jerônimo Rodrigues alega reduções pontuais, como 22,5% nos assassinatos entre 2016 e 2022 e 3,3% em 2023, mas esses números mascaram a realidade: o acirramento entre facções continua, com 1.488 assassinatos só nos primeiros meses de 2024. As festas de paredão, patrocinadas por criminosos para ostentação e recrutamento, viram focos de tráfico e execuções, enquanto eventos como Bonfim e Carnaval sofrem com invasões territoriais. O governador falha em priorizar inteligência policial, valorização de agentes e combate efetivo às raízes do crime, permitindo que a Bahia se torne refém de 21 facções que triplicaram sua presença nos últimos anos.

Quase duas décadas de PT no poder deixaram um legado de sangue: a violência não só esvazia as ruas, mas corrói a cultura baiana. Jerônimo, como herdeiro desse sistema, precisa responder por que festas viraram campos de batalha. Sem mudança radical, a Bahia continuará sitiada, com seu povo pagando o preço da inépcia governamental.


📲 Baixe agora o aplicativo oficial da BRADO
e receba os principais destaques do dia em primeira mão
O que estão dizendo

Deixe sua opinião!

Assine agora e comente nesta matéria com benefícos exclusivos.

Sem comentários

Seja o primeiro a comentar nesta matéria!

Carregar mais
Carregando...

Carregando...

Veja Também
Lula participa de apresentação da BaianaSystem no carnaval de Salvador
Presidente dança em camarote durante show no circuito Campo Grande em meio a investigações federais e ajustes fiscais
Tiroteio deixa dois feridos no Carnaval de Salvador
Incidente ocorreu durante o bloco Kuviteiras no circuito Osmar; vítimas receberam atendimento médico imediato
Carregando..