STF condena deputados Josimar Maranhãozinho, Pastor Gil e Bosco Costa por corrupção passiva

Decisão da Primeira Turma rejeita organização criminosa, mas confirma propina em troca de emendas para saúde em São José de Ribamar
Por: Brado Jornal 17.mar.2026 às 20h21
STF condena deputados Josimar Maranhãozinho, Pastor Gil e Bosco Costa por corrupção passiva
Reprodução
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou, nesta terça-feira (17), os deputados federais Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e Bosco Costa (PL-SE) por corrupção passiva, em caso relacionado ao desvio de emendas parlamentares.

O ministro Cristiano Zanin, relator da ação, entendeu que os parlamentares solicitaram vantagens indevidas em troca da liberação de recursos públicos.
Seu voto recebeu apoio dos ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Flávio Dino.A acusação de organização criminosa foi rejeitada por falta de provas suficientes.

O esquema envolveu emendas destinadas a iniciativas de saúde pública no município de São José de Ribamar (MA). Conforme a denúncia, os deputados teriam cobrado cerca de R$ 1,6 milhão em propina do ex-prefeito José Eudes, que acabou denunciando o esquema para liberar os valores.

Além dos três deputados condenados, outros cinco indivíduos eram réus: João Batista Magalhães, Adones Gomes Martins, Abraão Nunes Martins Neto, Antônio José Silva Rocha e Thalles Andrade Costa, este último foi o único absolvido por completo, já que respondia apenas por organização criminosa e não havia elementos suficientes para a condenação.


📲 Baixe agora o aplicativo oficial da BRADO
e receba os principais destaques do dia em primeira mão
O que estão dizendo

Deixe sua opinião!

Assine agora e comente nesta matéria com benefícos exclusivos.

Sem comentários

Seja o primeiro a comentar nesta matéria!

Carregar mais
Carregando...

Carregando...

Veja Também
Em protesto contra o STF, Cury estuda pedir adiamento das eleições
O candidato do Avante criticou a exclusão do debate da Globo e chamou Lula de “pai dos ricos”. A sigla fez um minuto de silêncio de preto
Fux será relator no STF das ações contra a proibição das bets
ANJL e IBJR pedem a suspensão da medida provisória de Lula. A AGU quer 72 horas para o governo se manifestar
STF cria filtro para evitar que pedidos caiam em ministro específico
Fachin exige análise técnica e da Presidência antes de vincular petição a processo já aberto. A regra vem depois da guerra de liminares
Carregando..