Aldo Rebelo avalia pacificação e critica STF em Feira de Santana

União nacional é essencial para superar divisões, diz ex-senador
Por: Brado Jornal 08.set.2025 às 07h25
Aldo Rebelo avalia pacificação e critica STF em Feira de Santana
Foto: Ney Silva
Em Feira de Santana, na 3ª edição da Unagro, realizada no sábado, 6 de setembro de 2025, o ex-ministro da Defesa e ex-senador Aldo Rebelo afirmou que o atual contexto político do Brasil não é propício para discutir anistia. Ele destacou a necessidade de um movimento de pacificação para enfrentar a divisão e a fragmentação no país.

Rebelo enfatizou a importância de uma ampla negociação entre os poderes para alcançar a pacificação. “Não há anistia no meio da guerra. Há anistia quando todos chegam à conclusão de que a guerra não vale a pena. Até agora não é o caso”, declarou. Ele também defendeu a união nacional como caminho para reduzir desigualdades e fortalecer a democracia.

Sobre a proposta de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro, o ex-senador lembrou que o Brasil tem histórico de medidas semelhantes, desde o Império até o regime militar. Contudo, reforçou que o momento atual não favorece esse debate.

Criticando o Supremo Tribunal Federal (STF), Rebelo apontou um excesso de protagonismo da Corte. “Hoje é como se fosse um tribunal de tudo. Isso gera insegurança jurídica, institucional e instabilidade. O Supremo não pode ser o epicentro do debate político”, afirmou.

O político também comentou as relações internacionais, classificando os Estados Unidos como uma potência de “tradição arrogante”. Apesar disso, defendeu a manutenção de laços cordiais entre os dois países.


📲 Baixe agora o aplicativo oficial da BRADO
e receba os principais destaques do dia em primeira mão
O que estão dizendo

Deixe sua opinião!

Assine agora e comente nesta matéria com benefícos exclusivos.

Sem comentários

Seja o primeiro a comentar nesta matéria!

Carregar mais
Carregando...

Carregando...

Veja Também
Rogério Marinho recusa assinar impeachment de Alexandre de Moraes
Senador do PL classifica as denúncias como gravíssimas, mas diz que sua assinatura poderia ser usada depois para anular o processo no Senado
Rejeição a Jerônimo sobe no interior e aliados evitam o governador nas redes
MDB, PSD e Avante integram a coligação, mas candidatos a deputado não publicam fotos com o petista. Prefeitos procuram ACM Neto e Coronel em sigilo. Clima é comparado ao de 2006 — só que invertido.
Carregando..