O principal avanço está no rastreamento estendido, que permite seguir o caminho do valor transferido mesmo após várias movimentações para contas intermediárias, conhecidas como "laranjas", com bloqueio automático em cascata para aumentar as chances de recuperação total ou parcial dos recursos desviados.
Atualmente, os golpistas dispersam rapidamente o dinheiro, resultando em recuperação de menos de 10% dos valores roubados.
Com as mudanças, o Banco Central espera reduzir as fraudes em até 40%, tornando o processo de contestação tão ágil quanto as ações criminosas.
Entre as facilidades para o usuário vítima: a possibilidade de registrar a denúncia diretamente pelo aplicativo do banco, sem necessidade de contato com atendentes, o que acelera o bloqueio imediato das contas envolvidas. Além disso, o reembolso deve ocorrer em até 11 dias após a contestação, com comprovantes mais transparentes indicando exatamente a qual transação o estorno se refere.
Essas regras, que já estavam disponíveis de forma opcional desde novembro de 2025, agora são compulsórias para todos os participantes do Pix.
O Banco Central reforça que o serviço continua totalmente gratuito para pessoas físicas e que as atualizações não geram custos extras para os usuários comuns.
As medidas visam dificultar o "empréstimo" de contas para fraudes e fortalecer a proteção contra coerções, golpes e outros crimes digitais, em um cenário de aumento constante de tentativas de estelionato via Pix.
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